10 de julho de 2020

Que tipo de embalagem de alimentos espera o consumidor francês depois da crise sanitária

As expectativas dos consumidores franceses em relação as embalagens não mudou muito com a pandemia de Covid-19. Depois da crise sanitária, a maioria continua preferindo produtos com menos embalagens. (Fonte Pesquisa IFOP -Institut D’études Opinion Et Marketing En France Et À L’international, realizada em 13 de maio de 2020, para a feira ALL4PACK 2020).

Essa aspiração não data de hoje, e tem sido forte o suficiente para fazer legitimar novas políticas, como a Lei da União Europeia da Economia Circular, promulgada em fevereiro de 2020, com a proibição de embalagens não recicláveis, que deve entrar em vigor 2030.

Por outro lado os consumidores sempre querem mais embalagens, mais fáceis de usar, mais fáceis de abrir e fechar e ao mesmo tempo, mais ecológicas, 100% recicláveis, biodegradáveis, reutilizáveis ​​…

Todos os resultados dos estudos convergem para a conclusão de que não é mais uma questão uma tendência de embalagem, mas um pré-requisito real. A embalagem de amanhã terá que ser mais prática e respeitosa com o meio ambiente.

A epidemia de Covid 19 legitimou o objetivo da embalagem : sem um recipiente, a segurança alimentar, o consumo e a distribuição de determinados produtos seriam simplesmente impossíveis!

Sem contestação alguma: embalagem é útil!

Embora as circunstâncias sanitárias sem precedentes nos imponham o uso único e a incineração de muitos recursos contaminados, a epidemia não acabou e nem acabará com os “3Rs” (Redução, reutilização e reciclagem) que continuam sendo, mais do que nunca, os objetivos de embalagens virtuosas.

O setor de embalagens tem aproveitado oportunidade de se reinventar, alegando que é mais seguro, mais protetor e, ao mesmo tempo, ter um design ecológico para evitar qualquer forma de desperdício do recipiente ou do conteúdo.

Espera-se que isso permita uma mudança duradoura na maneira como se encara as embalagens e em um setor que também merece aplausos ocasionais.

« Sem embalagem, sem chocolate”, diz o “ditado” que poderia ir mais longe dizendo: « com embalagem sustentável, um bom chocolate respeitável ».

A questão não é extinguir setores, ou acessórios, mas sim tornar-los sustentáveis.