Este espaço é para quem quer saber sobre o que há de mais novo e polêmico sobre alimentos, alimentação, nutrição e gastronomia. Aqui se mostra diferentes pontos de vista e coloca-se em xeque ideias de senso-comum que são dissecadas com evidências científicas. Escrito por uma irriquieta e inconformada pessoa que vê a alimentação por diversos pontos de vista.
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O camembert, ícone da tradição francesa, agora destaca o teor de proteínas em sua versão leve, quase americanizando sua comunicação. Isso levanta a dúvida: seria uma resposta à queda do consumo de laticínios ou apenas uma jogada de marketing? No fim, o queijo não é mais só sabor e textura — é também narrativa, informação e tendência de consumo.
Um estudo recente avaliou a literacia alimentar de adultos em Portugal, medindo a habilidade de compreender, interpretar e aplicar informações sobre nutrição no dia a dia.
A União Europeia quer proibir o termo “steak vegetal”, mas não impede que produtos imitem carne em sabor e textura. Isso levanta a questão: quem decide como nomeamos a comida e por quê? No fim, o debate não é sobre paladar ou dieta, mas sobre como a semântica molda nossa percepção do que comemos.
Uma pesquisa sugere que traumas infantis maternos podem influenciar o peso dos filhos via ultraprocessados. Na prática, renda, tempo e acesso a alimentos importam muito mais. No fim, a questão é como simplificamos a ciência em histórias fáceis demais.
Um mercado em Madri encenou um mundo sem aquicultura e mostrou balcões vazios e filas longas. A experiência revela como valorizamos o raro e desconfiamos do produzido, criando mitos sobre autenticidade. No fim, a reflexão não é sobre escassez ou abundância, mas sobre como nossas ideias sobre comida moldam o que colocamos no prato.
O TikTok não apenas entretém, ele dita tendências que moldam o que comemos e como compramos. Um prato vira viral por estética ou surpresa, e não necessariamente por sabor ou tradição. No fim, estamos consumindo reflexos de um algoritmo, não escolhas alimentares conscientes.